Leio isto no vidro do ônibus:
"Quando te ausentares, amor, deixa um bilhete.
Simples, singelo, resumido.
Todo teu universo nesse singelo lembrete.
Tuas mãos sobre o papel que eu imagine.
Tua boca, cada palavra silenciosamente recite.
Nada de título ou parágrafo.
Muito de ti, tua essência.
Neste pequeno espaço."
Caio Schroer
Me pergunto o quanto de nossa essência compartilhamos? O quanto de nossa genuína essência deixamos impregnar no outro? E o quanto a aprisionamos?

Adorei a postagem, o comentário, enfim...
ResponderExcluirPoema é isso. Possibilitar que o alma se aproprie.
Grande abraço!
Caio